
domingo, agosto 10, 2008
segunda-feira, agosto 04, 2008
quinta-feira, julho 31, 2008
terça-feira, julho 29, 2008
Na inspecção...
Fiquem a saber que existe o síndrome dos carros de meninas/senhoras.
Isto é, o técnico que fez inspecção ao meu carro não o queria passar porque sofre do tal síndrome da condução lenta (diz ele).
Parece que nós, mulheres, não acelaramos muito.
E a minha questão foi: Mas não é suposto o limite ser 50km nas localidades e 120km na auto-estrada? E ele: ahhh...e acha que os homens só andam a essa velocidade?!
Bem, eu fiquei caladinha porque queria passar com o carro, senão ele via a que velocidade eu lhe passava por cima com as rodas!!
Brrrrrrrr.
Isto é, o técnico que fez inspecção ao meu carro não o queria passar porque sofre do tal síndrome da condução lenta (diz ele).
Parece que nós, mulheres, não acelaramos muito.
E a minha questão foi: Mas não é suposto o limite ser 50km nas localidades e 120km na auto-estrada? E ele: ahhh...e acha que os homens só andam a essa velocidade?!
Bem, eu fiquei caladinha porque queria passar com o carro, senão ele via a que velocidade eu lhe passava por cima com as rodas!!
Brrrrrrrr.
sábado, julho 26, 2008
Shopping
Imaginem este cenário:
Uma teenager gordissima, com cabelo aos caracóis extra volume,que olha de raspão para o espelho com medo de meter na cabeça que não pode jantar hj no mcdonalds. A esguia pré-matadora de vestido vermelho, em cima de tacões verdes, a pintar os lábios (típico) fitando o espelho como o seu melhor amigo. A mãe de família carregada de olheiras provavelmente porque passou uma noite horrivel a ouvir os roncos do marido, o choro das crianças, fez o almoço, está pensar no que vai fazer para o jantar, encara as mãos a serem lavadas pela água, um milagre e o único momento só dela, durante o dia. A típica mãe negra que não cabe bem na porta, tamanha é a seira, concentrada em cada um dos seus conguitos...enquanto gasta litros de sabonete!
E eu, que olho para os espelhos todos, menos para o meu ,porque só queria lavar os dentes e no meio daquilo tudo...achei melhor não, tinha falta de espaço!
Uma teenager gordissima, com cabelo aos caracóis extra volume,que olha de raspão para o espelho com medo de meter na cabeça que não pode jantar hj no mcdonalds. A esguia pré-matadora de vestido vermelho, em cima de tacões verdes, a pintar os lábios (típico) fitando o espelho como o seu melhor amigo. A mãe de família carregada de olheiras provavelmente porque passou uma noite horrivel a ouvir os roncos do marido, o choro das crianças, fez o almoço, está pensar no que vai fazer para o jantar, encara as mãos a serem lavadas pela água, um milagre e o único momento só dela, durante o dia. A típica mãe negra que não cabe bem na porta, tamanha é a seira, concentrada em cada um dos seus conguitos...enquanto gasta litros de sabonete!
E eu, que olho para os espelhos todos, menos para o meu ,porque só queria lavar os dentes e no meio daquilo tudo...achei melhor não, tinha falta de espaço!
A caminho...
segunda-feira, julho 21, 2008
domingo, julho 20, 2008
quarta-feira, julho 16, 2008
terça-feira, julho 15, 2008
sexta-feira, julho 11, 2008
Courgettes
Até uns dias atrás, não fazia ideia do que eram courgettes e agora para além de habitarem no meu quintal, não vivem sem mim.
Estão na sopa, na salada e até no arroz. Será que vou ter uma refeição em que uma rodela do tal pepino disfarçado não apareça a dizer-me olá!?
Grrr...
Tendo em conta que só um dos restaurantes era vegetariano, só posso estar a ser persseguida!!
Estão na sopa, na salada e até no arroz. Será que vou ter uma refeição em que uma rodela do tal pepino disfarçado não apareça a dizer-me olá!?
Grrr...
Tendo em conta que só um dos restaurantes era vegetariano, só posso estar a ser persseguida!!
quarta-feira, julho 09, 2008
Descobri o Biodiesel!!!
Já lá vão 500km e ainda nem a meio depósito cheguei.
Assim vale a pena, 40 litros=1000km.
Infelizmente, não é a solução para todos os nossos problemas, mas vou encarar como uma alternativa temporária e muito mais amiguinha da minha carteira!!
Aqui no Porto só conheço uma perto do ISCAP, se alguém souber mais alguma...favor informar*merci!
Já lá vão 500km e ainda nem a meio depósito cheguei.
Assim vale a pena, 40 litros=1000km.
Infelizmente, não é a solução para todos os nossos problemas, mas vou encarar como uma alternativa temporária e muito mais amiguinha da minha carteira!!
Aqui no Porto só conheço uma perto do ISCAP, se alguém souber mais alguma...favor informar*merci!
terça-feira, julho 08, 2008
sexta-feira, julho 04, 2008
Coca-cola
O néctar dos Deuses tem que ser servido como tal!
Há aqueles restaurantes/cafés, que ao ser pedida uma Coca-Cola trazem Pepsi, outros uma cola com sabor a remédio, sem avisar! Faz-me pensar que não sabem, ou não têm a minima ideia da diferença que se NOTA!!
Não há sabor igual...
Faz diferença se é em lata, se de pressão no mcdonalds, se garrafa de plástico ou de vidro.
A minha preferida é sem dúvida uma garrafa de vidro, fresca, servida com limão e uns cubinhos de gelo...:)
Podiam vendar-me, ou estar no meio da escuridão!!
Ninguém vai fazer outra igual...parem de tentar pf!
Há aqueles restaurantes/cafés, que ao ser pedida uma Coca-Cola trazem Pepsi, outros uma cola com sabor a remédio, sem avisar! Faz-me pensar que não sabem, ou não têm a minima ideia da diferença que se NOTA!!
Não há sabor igual...
Faz diferença se é em lata, se de pressão no mcdonalds, se garrafa de plástico ou de vidro.
A minha preferida é sem dúvida uma garrafa de vidro, fresca, servida com limão e uns cubinhos de gelo...:)
Podiam vendar-me, ou estar no meio da escuridão!!
Ninguém vai fazer outra igual...parem de tentar pf!
quinta-feira, julho 03, 2008
quarta-feira, julho 02, 2008
quinta-feira, junho 26, 2008
Ao som de Vim Martens e sabor do bom Porto
Foi o frio que lhe encarnou a espinha
percorreu os sentidos de fio a pavio até ficar de coração vazio,
como aquele monstro, que sorria.
A língua frutada de sabor a madeira, ansiosa por ser tentada,
deu de si ao escuro e fez-se noite baldia
enterrada no olhar de um estranho, ali
no fundo das pedras encarnadas.
Caminhos...
Jamais percorridos por lágrimas de mãos dadas,
ao som da chuva e venenos derramados.
percorreu os sentidos de fio a pavio até ficar de coração vazio,
como aquele monstro, que sorria.
A língua frutada de sabor a madeira, ansiosa por ser tentada,
deu de si ao escuro e fez-se noite baldia
enterrada no olhar de um estranho, ali
no fundo das pedras encarnadas.
Caminhos...
Jamais percorridos por lágrimas de mãos dadas,
ao som da chuva e venenos derramados.
terça-feira, junho 24, 2008
Dá cá um balão para eu brincar...
Entre muita sardinha, fogo de artificio,
muita chuvinha e 9 balões, lá se foi mais um S.João.
Como de costume, escrevi umas quadras nos balões que são do meu tamanho, prometendo um presuntão, noutro um salpicão e por aí...
Não é que hoje o nr de contacto que lá estava, recebeu a seguinte msg:
Encontrei o seu balão, agora quero o meu presuntão. :)
Ligamos e do outro lado estava uma voz bem disposta a dizer que para o ano queria era o presunto pendurado no balão e de preferência sem estar curado.
Já é a segunda vez que isto me acontece, alguém encontra um balão lançado por nós cerca de 20 e tal km´s de distância.
muita chuvinha e 9 balões, lá se foi mais um S.João.
Como de costume, escrevi umas quadras nos balões que são do meu tamanho, prometendo um presuntão, noutro um salpicão e por aí...
Não é que hoje o nr de contacto que lá estava, recebeu a seguinte msg:
Encontrei o seu balão, agora quero o meu presuntão. :)
Ligamos e do outro lado estava uma voz bem disposta a dizer que para o ano queria era o presunto pendurado no balão e de preferência sem estar curado.
Já é a segunda vez que isto me acontece, alguém encontra um balão lançado por nós cerca de 20 e tal km´s de distância.
segunda-feira, junho 23, 2008
Bom S.joão!!
sexta-feira, junho 20, 2008
quinta-feira, junho 19, 2008
Alice, a pintora.

Alice morava na aldeia de Couce, longínqua, junto ao rio, perto da natureza, com poucas casas habitadas. Vivia na mais pura da paz. As brincadeiras de criança com o seu primo André, preenchiam-lhe os dias. O acompanhamento escolar era quase nulo, cresceram no campo, juntos e analfabetos. Aquilo que os unia ultrapassava a cumplicidade. Encararam como um amor, terno e inocente, aquele amor, o mais apetecido e por isso, olhado de lado por todos. Todos comentavam, mas só agiram quando a mais bela moça da terra, engravidou. Nesse dia, foi apedrejada por toda a aldeia.
- Ela tinha futuro, era boa rapariga, é uma pena. (cochichava a dona Antónia com a dona Lucinda atrás da igreja).
Nessa mesma noite, depois de Alice ouvir de seu pai que não era mais sua filha e de André não lhe ter dado a mão, fugiu.
Sem saber ler nem escrever, a forma que encontrou para sobreviver foi mostrar a sua arte na rua. Começou por pintar com carvão e a vender, numa cidade fria, que não era a dela. Desenhava essencialmente o paraíso e a visão pura da vida. Alice só tinha conhecido a liberdade, o amor e mais tarde a injustiça e a traição.
Para terem uma ideia, algumas obras dela, fizeram parte de uma exposição chamada: “Paraíso manchado”. Foi descoberta pelo dono de uma galeria, jovem, com boa aparência, que se apaixonou pela arte e mais tarde por ela.
A mulher amarga que Alice se tornou, era fruto da revolta por não a terem deixado amar. Amar a vida, o André e o bebé que nunca chegou a nascer.
Agarrou-se à vontade de morrer no dia em que achou aquela aliança na rua, servia-lhe na perfeição, sentou-se no banco de jardim da praça e enquanto fumava mais um cigarro, imaginou-se de branco, na igreja, rodeada de flores e com um sorriso que já não reconhecia como seu.
Foi a sua última pintura, aos 63 anos, com uma doença terminal diagnosticada e com as mãos trémulas, cobertas de tinta, desenhou uma mulher vestida de noiva, manchada de sangue no altar, sozinha. Momentos antes de falecer.
- Ela tinha futuro, era boa rapariga, é uma pena. (cochichava a dona Antónia com a dona Lucinda atrás da igreja).
Nessa mesma noite, depois de Alice ouvir de seu pai que não era mais sua filha e de André não lhe ter dado a mão, fugiu.
Sem saber ler nem escrever, a forma que encontrou para sobreviver foi mostrar a sua arte na rua. Começou por pintar com carvão e a vender, numa cidade fria, que não era a dela. Desenhava essencialmente o paraíso e a visão pura da vida. Alice só tinha conhecido a liberdade, o amor e mais tarde a injustiça e a traição.
Para terem uma ideia, algumas obras dela, fizeram parte de uma exposição chamada: “Paraíso manchado”. Foi descoberta pelo dono de uma galeria, jovem, com boa aparência, que se apaixonou pela arte e mais tarde por ela.
A mulher amarga que Alice se tornou, era fruto da revolta por não a terem deixado amar. Amar a vida, o André e o bebé que nunca chegou a nascer.
Agarrou-se à vontade de morrer no dia em que achou aquela aliança na rua, servia-lhe na perfeição, sentou-se no banco de jardim da praça e enquanto fumava mais um cigarro, imaginou-se de branco, na igreja, rodeada de flores e com um sorriso que já não reconhecia como seu.
Foi a sua última pintura, aos 63 anos, com uma doença terminal diagnosticada e com as mãos trémulas, cobertas de tinta, desenhou uma mulher vestida de noiva, manchada de sangue no altar, sozinha. Momentos antes de falecer.
(texto construido a partir da imagem)
quarta-feira, junho 18, 2008
Tem dias, que até acertam!
Although the tension may start to wane after today's Full Moon, you still won't find fast answers to the dilemma of being pulled in two directions. Your responsibilities at home or to your family make it harder to fulfill your commitment at work, even if that's what is expected of you now. Don't worry if it all doesn't come together immediately; you have more time than you realize.
By Rick Levine
By Rick Levine
segunda-feira, junho 16, 2008
sexta-feira, junho 13, 2008
quinta-feira, junho 12, 2008
segunda-feira, junho 09, 2008
A porta de vidro fosco abre-se, um monte de olhos brilham enquanto esperam alguém que lhes é querido e ela fica meio sem graça, sorrindo, sem ar de quem viajou.
Não estava lá a placa com o seu nome na mão de um estranho, mas ela procurou alguém que lhe fosse familiar, que lhe carregasse as malas. Não havia uma flôr, um sorriso, só um caminho longo e vazio, em passo travado, pela saia vermelha até ao carro.
Não estava lá a placa com o seu nome na mão de um estranho, mas ela procurou alguém que lhe fosse familiar, que lhe carregasse as malas. Não havia uma flôr, um sorriso, só um caminho longo e vazio, em passo travado, pela saia vermelha até ao carro.
Subscrever:
Mensagens (Atom)








